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quinta-feira, outubro 8

BE: O Grito No Vazio



Aeeee, começou a escrever mesmo *-*, espero que goste da BE e lembre-se que sou uma quebra galho da categoria e qualquer sugestão de como melhorar será de grande valia.
ANÁLISE INDIVIDUAL DO CAPÍTULO


  1. Roteiro

Depois que li esse capítulo estou simplesmente de boca aberta, querendo postar milhões de quotes sensacionais, mas como ainda não postou estou me controlando. Adorei que não desviou do roteiro, então sou toda elogios nesse ponto, apesar de notar que você procurou justificar de algum modo o comportamento da menina também percebi o reconhecimento dela em ser insana e apenas deixar-se levar pelo momento; como se ela só precisasse de um empurrãozinho. 


  1. Diálogos


  1. Excesso/Escassez


Como o tema do enredo e a história, o foco dos capítulos é o momento introspectivo da personagem, onde ela mostra medo e a própria loucura, os pensamentos e sensações a cada cena. E na sua narrativa os pontos onde há o diálogo realmente são necessários, e até me angustiaram pela pobre menina, senti uma necessidade incontrolável de ler rápido apenas para acabar com o sofrimento dela.


  1. Comportamento


Mary Bell mudou sua personalidade obviamente, e foi realmente interessante retratar essa passagem e fuga da inocência, senti que ela apesar de ter apenas seis anos racionalizou e se adaptou rapidamente ao mundo de monstros. Todas as ações sendo consequência dos acontecimentos e acompanhar a linha de pensamento dela foi quase filosófico.


  1. Falas curtas/Falas extensas


As falas, como já citei, aparecem de forma ideal, não são extensas e cansativas, aparecendo apenas para notarmos personagens menores que impactaram a protagonista de alguma forma. Portanto, não tenho nada a acrescentar.


  1. Clichê


Bom eu já falei antes e repito agora, você mantém certa originalidade apesar de alguns clichês que permeiam o enredo. Lembro que a história era baseada em um livro e como não o li, não sei o quanto semelhante é, mesmo assim vou deixar um lembrete que baseado não é o mesmo de repetir as histórias do livro. Um ponto bem clichê é o trauma, mas ela é coerente com o doenças mentais e tendências violentas.


  1. Narração


Quanto a narrativa não tenho do que reclamar, porque adoro essas inconstâncias de pensamento de personagens problemáticos, uma escrita com metáforas encantadoras e perturbadoras. Chamou minha atenção ao criar uma empatia pelo sofrimento dela, queria ajudá-la e ao mesmo tempo senti raiva da mãe dela e do desconhecido. As descrições clara e bem feitas.


  1. Opinião de Leitora.


Sempre me acho uma beta de enredo muito ruim, o mesmo com crítica, porque em geral em gosto muito do que avalio, então ou as escritoras são muito boas ou eu sou muito tonta. Acho que quase não dei dicas do que pode melhorar, porque eu realmente gostei da história me deixando preocupada, como leitora, apenas a forma rápida em que ela sofre a exploração e logo depois (quando ela deveria pela lógica ficar acamada) e mesmo assim ela ainda tem forças para ir atrás do rato na rua? Foi algo rápido demais, se ao menos ele aparecesse no quarto enquanto Mary estava sentindo as dores... Enfim, uma sugestão.



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